quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Roberto Carlos vai cantar 'Despacito' em especial da Globo

Nos últimos anos, o especial de fim de ano que Roberto Carlos faz para a TV Globo tem contado com algumas participações especiais - e, de certa forma, inusitadas para o estilo musical do cantor. E a situação não será diferente para o programa de 2017.

Conforme divulgado pelo blog 'Sem intervalo', do site do jornal 'O Estado de S. Paulo', Roberto Carlos vai cantar 'Despacito', um dos grandes sucessos mundiais de 2017, ao lado de Érika Ender. A panamenha é uma das compositoras do hit, que se consagrou nas vozes de Luis Fonsi e Daddy Yankee.

O blog também apontou que o especial de 2017 vai ser veiculado sob o título 'Esse cara'. Outros artistas também farão participações especiais durante o show, como Tiago Iorc, Djavan e Simone e Simaria.
Fonte: Revista Cifras

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Erasmo Carlos começa a gravar disco produzido por Pupillo

Erasmo Carlos está feliz da vida. As palavras são do próprio cantor e compositor, ao anunciar, no Facebook, que começou a gravar um novo disco de inéditas. "Timaço reunido e os acordes e canções começam a aparecer", escreveu. O Tremendão entrou em estúdio ao lado de Pupillo. O baterista pernambucano, que integra a Nação Zumbi, será o responsável pela produção musical do 31º álbum de Erasmo, que sucede "Gigante Gentil", de 2014.

A expectativa é que o disco traga a parceria do Tremendão com Paulo Miklos. "País Elétrico" esteve no disco "A gente mora no agora", recém-lançado pelo ex-vocalista dos Titãs, com produção de Pupillo. O pernambucano também assinou a direção musical de "Tropix", da cantora Céu.

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Agnaldo Timóteo faz show em BH para homenagear Cauby Peixoto

“Sou preto, feio, de cabelo duro, 81 anos, e tenho a mesma voz maravilhosa de quando tinha 25. Só Deus explica por que fiz e faço sucesso.” Esse é Agnaldo Timóteo por ele mesmo. Conhecido pela autenticidade, o cantor avisa: com ele não há modéstia. “Sou muito bom. Muito bom mesmo! Mas só aprendi com craques: Johnny Mathis, Frank Sinatra e Cauby Peixoto.” Nesta quinta-feira, 19, o artista chega à capital mineira para homenagear um desses mestres. A turnê Obrigado, Cauby divulga o disco lançado em abril.

“Minhas últimas apresentações em BH foram maravilhosas. Momentos iluminados no Palácio das Artes, Sesc Palladium e no (restaurante) Maria das Tranças. Agora chego ao Bradesco, onde nunca cantei. Vai ser uma matinê, às 16h, horário em que meus contemporâneos costumam ir ao teatro. É tranquilo, ainda está de dia e todo mundo volta em segurança pra casa. Esse horário tem tudo a ver comigo e com o meu público”, explica Agnaldo. O novo espetáculo, que já passou por Rio de Janeiro, Porto Alegre e Juiz de Fora, traz canções eternizadas por Cauby. Não vai faltar o clássico Conceição (Jair Amorim e Dunga).

“Chegamos a gravar essa música poucas semanas antes de ele nos deixar. Cauby estava já bastante debilitado, mas Conceição ficou com o mesmo arranjo e a mesma tonalidade da versão original. Uma pessoa como ele nunca deveria morrer”, lamenta Agnaldo. O “Professor”, como o astro era chamado, morreu em maio de 2016, aos 85 anos.

No show, o cantor mineiro não se esquece de outras referências, como Roberto Carlos e Ângela Maria. “Do Cauby Peixoto, na verdade, são apenas quatro canções. Boa parte do set list são sucessos que fazem parte da minha carreira. No palco tem um tecladista, um baixista, um baterista e um saxofonista. O resto é com o Agnaldo Timóteo”, avisa.

APELIDO Curiosamente, o cantor – nascido em Caratinga (MG) – ficou conhecido como “Cauby Mineiro” no início de sua carreira. O apelido foi dado pelo comunicador Aldair Pinto. “Era calouro e comecei nas rádios de BH. O Eduardo Araújo, que era e ainda é muito bom, ficou conhecido como  ‘Elvis Presley Brasileiro’ e eu como ‘Cauby Mineiro’”, relembra.

Agnaldo e Cauby se conheceram em meados dos anos 1950, na Rádio Guarani, em BH. “Nós nos aproximamos e logo depois acabei abrindo o show dele em várias cidades de Minas – a minha Caratinga, Teófilo Otoni e Governador Valadares. Cauby foi um monstro, era o único que cantava em seis idiomas”, enfatiza.

Por falar em Caratinga, Agnaldo revela que desistiu da ideia de construir um mausoléu lá, assim como fez Dercy Gonçalves em sua terra natal, Santa Maria Madalena (RJ). “Não tenho o direito de determinar quando vou morrer, como vou morrer. Então, larguei mão disso. Só Jesus Cristo tem o poder de me convocar. Espero que demore muito (risos). Só vou embora depois de dançar a valsa com a minha filha Keyty Evelyn, de 10 anos, a minha razão de viver”, assegura.

Se puder escolher onde será enterrado, o cantor prefere o cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste carioca. Motivo: lá repousam os restos mortais de seu grande amigo, o bicheiro Castor de Andrade. “Quero ser enterrado ao lado dele. Desde o início da minha carreira fiz amizade com vários bicheiros e o Castor era um deles. Ele sempre me ajudou e fiz questão de ajudar o pessoal do jogo do bicho quando era deputado federal. Acho uma hipocrisia este país. Se pode quina, loteca e mega-sena, por que o jogo do bicho é proibido?”, questiona.

Enquanto o dia do juízo final não chega, o Cauby Mineiro segue cantando. E faz questão de celebrar a vida – na segunda-feira, festejou seu aniversário. “Só tenho a agradecer a Deus por tudo o que ele fez por mim e minha família. Nem pedi tanto, mas ele me deu. Tenho muita gratidão por chegar aos 81 anos esta semana com saúde e fazendo sucesso”, comemora.

OBRIGADO, CAUBY
Show de Agnaldo Timóteo. Quinta-feira (19), às 16h. Teatro Bradesco. Rua da Bahia, 2.244, Lourdes, (31) 3516-1360. Ingressos: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia-entrada). Informações: www.teatrobradescobh.com.br

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Ronnie Von volta a cantar depois de 20 anos

Na terça-feira (17), Ronnie Von entra em estúdio para ensaiar o repertório de seu DVD com clássicos da música americana. O trabalho marca a volta do apresentador como cantor, depois de um jejum de 20 anos."Fiquei afastado por discordar da indústria fonográfica, em que o artista paga pelo menos 5 milhões de reais para pôr seu trabalho no mercado", disse Ronnie Von para a revista Veja. No Instagram, Ronnie ainda comentou: "Muito animado com esse projeto".
Fonte: O Fuxico

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Breno Silveira dá detalhes sobre a cinebiografia de Roberto Carlos


Breno Silveira participou do Conversa com Bial desta quinta-feira, 12/10, e falou sobre o lançamento do seu filme mais recente, 'Entre Irmãs'. Do bate-papo, participaram também a atriz Marjorie Estiano, a roteirista Patrícia Andrade, e a escritora Frances de Pontes Peebles. Breno deu detalhes sobre a futura cinebiografia do Roberto Carlos, que o próprio cantor encomendou. O filme vai ter início com o acidente que o Rei sofreu quando tinha 6 anos.los

“É um filme contado por ele, na primeira pessoa. Está partindo muito do que ele está contando da história dele para a gente. Partiu dele o convite e ele está abrindo histórias que muita gente não sabe. É muito impressionante. Ele cantou a vida dele nas letras” (Breno Silveira)

Rei está empolgado
“Ele está abrindo o coração, sendo generoso, isso está sendo essencial para a gente trazer surpresas, ídolos” (Patrícia Andrade)

Quem fará o Rei
“Essa questão de descobrir os atores é um ponto difícil. Não é só característica física! Eu acho que a pesquisa do ator é fundamental e demora muito” (Breno Silveira)

Exigências de Roberto
“Até o momento não teve imposições. A história começa com o acidente de trem quando ele tinha 6 anos” (Patrícia Andrade)

Emoções, bicho!
“Ele está num ponto bonito da vida. Ele chegou numa vontade de contar essa história que é surpreendente e está tratando como se fosse um legado dele. É muito bonito entender todo esse processo de um cantor” (Breno Silveira)
Fonte: GShow

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Documentário de Agnaldo Timóteo sofre corte após sessão no Festival do Rio acabar em confusão

Quem viu, viu; quem não viu, não verá da mesma forma. O documentário “Eu, pecador” sobre a vida de Agnaldo Timóteo vai sofrer um corte depois que sua exibição no último domingo, no Festival do Rio, acabou em confusão. No fim da sessão, um dos personagens retratados no filme, um ex-funcionário do homenageado, não gostou de ser citado como um dos grandes amores da vida do cantor e foi tirar satisfação com o próprio Agnaldo no Odeon.

Entre um grito e outro, ele explicava que não gostaria de ser exposto daquela forma, já que hoje tem sua própria família. Dois dias depois, o ex-funcionário foi até a casa do cantor com seu advogado exigindo que ele fosse retirado do documentário.

“Convivi durante um ano e meio com o Agnaldo Timóteo e posso dizer o quanto ele é extraordinário e sensível. Não faria nada para magoá-lo e do filme não será retirado nada além de cinco segundos”, explica o diretor Nelson Hoineff. O documentário será exibido, já com o corte, na Mostra de Cinema de São Paulo. A estreia nos cinemas está prevista para o ano que vem.
Fonte: Extra

Álbum de Erasmo Carlos de 1970 é relançado em CD

Diferentemente de Roberto Carlos, que soube fazer naturalmente a transição da Jovem Guarda para a fase adulta da carreira, Erasmo Carlos ficou tremendamente perdido quando chegou ao fim, em 1968, o reinado das jovens tardes de domingo. De todo modo, em 1969, o cantor, compositor e músico carioca voltou às paradas com a canção sintomaticamente intitulada Sentado à beira do caminho (Roberto Carlos e Erasmo Carlos). Mas a virada começou a ser esboçada no álbum Erasmo Carlos e Os Tremendões, lançado originalmente pela extinta gravadora RGE, em 1970, e ora reeditado pela Som Livre no formato de CD fabricado com embalagem digipack.

Essa virada estética foi consolidada no ano seguinte, no antológico álbum que definiu a carreira do Tremendão na década de 1970, Carlos, Erasmo... (1971). Mas algumas sementes já foram lançadas nesse disco de 1970 que ganha nova edição em CD. A que mais frutificou é o samba-rock Coqueiro verde (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1970), o maior sucesso do repertório do disco.

Com produção conduzida pelo próprio artista, com direito a arranjos do maestro Chiquinho Moraes, o álbum Erasmo Carlos e Os Tremendões trouxe regravações do samba-exaltação Aquarela do Brasil (Ary Barroso, 1939), de Saudosismo (Caetano Veloso, 1968) e de Teletema (Tibério Gaspar e Antonio Adolfo, 1969), canção lançada no ano anterior. Com Roberto, Erasmo assina no álbum Estou dez anos atrasado, Vou ficar nu para chamar sua atenção (Preciso chamar sua atenção) e a já mencionada Sentado à beira do caminho.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Os Incríveis homenageiam Jovem Guarda neste sábado

O Dida Club anuncia para a noite do próximo dia 22 de agosto, no tradicional "Baile do Dida", no Clube Piratininga, a realização do show especial em comemoração aos "50 anos da Jovem Guarda", com a apresentação da banda "Os Incríveis". A festa também contará com show da banda Vera Cruz e set list do DJ Willian Walbaum.

Com decoração e muitos efeitos especiais, a noite de festa terá início às 21h ao som dos melhores hits da época a serem discotecados pelo DJ Willian, residente das festas que acontecem todos os sábados no clube. Com cerca de 90 minutos de apresentação, "Os Incríveis" darão início ao show às 0h30 e, posteriormente, o  público confere a apresentação da Banda Vera Cruz.

A banda "Os Incríveis, que neste ano também comemora seus 50 anos de trajetória musical promete agitar o público ao relembrar grandes hits, como: "Era um garoto que, como eu, amava os Beatles e os Rolling Stones", "Eu te Amo, Meu Brasil", "Marcas do que se foi", Vendedor de Bananas", "O Milionário", entre outros.

Com mais de 50 discos gravados, 15 milhões de cópias vendidas e três mil shows pelo País, o conjunto traz em sua formação atual, os músicos Netinho, Sandro Haick, Wilson Teixeira, Rubinho Ribeiro e Leandro Weingaertner.


Os Incríveis - História

Conjunto de destaque na cena do rock e pop dos anos 1960 e 1970, a banda formada em São Paulo pelos músicos: Domingos Orlando, o "Mingo"; Waldemar Mozena, o "Risonho"; Antônio Rosas Seixas, o "Manito"; Luiz Franco Thomaz, o"Netinho" e Demerval Teixeira Rodrigues, o "Neno" que posteriormente em 1965 foi substituído por Lívio Benvenuti Júnior, "Nenê".

Com nome inicial The Clevers, a banda passou a se chamar "Os Incríveis" em 1965, se transformando em um dos sucessos nacionais no período da Jovem Guarda. Em meados dos anos 70, os integrantes do conjunto optaram com carreiras separadas, tendo somente em 2005 realizado um reencontro dos músicos.

O retorno concretizou-se no final de 2007, para preparação de um novo álbum lançado Além de canções inéditas dando sequência à carreira, fizeram também algumas regravações com novos arranjos. Atualmente a banda é formada por Netinho, Sandro Haick, Wilson Teixeira, Rubinho Ribeiro e Leandro Weingaertner.


Serviços:
"Os Incríveis - 50 anos da Jovem Guarda" - Clube Piratininga - Alameda Barros, 376 - Higienópolis, São Paulo (SP). ; Quando:  22 de agosto, a partir das 20h (início do primeiro show às 23h).  Atrações: Banda Os Incríveis, Banda Vera Cruz e DJ Willian Wallbaum. Ingressos: R$ 50,00 (individual). Pacote de mesa com 4 ingressos: R$ 200,00 (Duzentos reais). Onde comprar: pelo site dida@didaclub.com.br, com taxa de 10% no valor da compra ou no Clube Piratininga (Dida Club),   de segunda-feira a  sábado, das 14h às 21h Informações: (11) 3666-0376  ou  www.didaclub.com.br

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Ed Carlos relembra os 50 anos da Jovem Guarda

Ed Carlos, 63, está no fundo de seu restaurante, o Ed Carnes, limpando a churrasqueira após mais um dia de trabalho. Embora tenha deixado a carreira musical aos 35 anos, o comerciante é até hoje lembrado como o “Reizinho da Jovem Guarda” por ter sido apadrinhado por Roberto Carlos e ter sido um dos artistas mais novos a fazer parte daquele movimento musical, quando tinha apenas 13 anos.

Por volta das 15h, Ed dá por encerrada a jornada do dia no restaurante. Com dificuldade para caminhar e falando com dificuldade, sequelas de um AVC que sofreu há dez anos, ele conversou com a reportagem do UOL sobre os 50 anos da Jovem Guarda, que serão completados no próximo sábado (22). “É bastante tempo, não é?”, disse o artista, que também celebra cinco décadas desde que iniciou a carreira. “Aquele foi um ótimo período, todos éramos bons amigos”.
Rodrigo Capote/UOL

Ed Carlos em frente ao seu restaurante
O programa estreou na TV Record no dia 22 de agosto de 1965 e durou apenas quatro anos, mas foi responsável por lançar diversos artistas e moldar a cultura dos jovens da época. Daquele tempo, Ed mantém uma grande amizade com Roberto Carlos, que é dono do prédio onde funciona o restaurante.

“Quando eu sofri o AVC, a antiga dona queria que eu desocupasse o imóvel, que era alugado. Carlos Alberto Braga, irmão do Roberto, que sempre almoça aqui, soube disso e providenciou para que o cantor comprasse o prédio”, revelou. “O Roberto nunca me cobrou nenhum aluguel. Ele não me deixa pagar nem o IPTU. É um grande amigo”.

O restaurante, localizado no bairro do Cambuci, em São Paulo, respira a Jovem Guarda. As paredes estão repletas de fotos de Ed no palco e, principalmente, de Roberto Carlos. Mas há espaço nas paredes para todos, como Wanderléa, Golden Boys, Erasmo Carlos, Vanusa, Cauby Peixoto, Trio Esperança, Juca Chaves, entre outros. A maioria deles são clientes cativos da churrascaria, cuja a especialidade é a tradicional Costela do Edão, que Ed diz vender mais de 100kg toda semana. “A mais macia da cidade”, garantiu.

O prédio tem três andares e o restaurante tem capacidade para 150 pessoas. No terceiro andar fica um escritório onde Roberto Carlos guarda algumas coisas pessoais. “Mas eu não tenho acesso”, contou. Nos outros andares ficam as mesas. O local tem dois palcos e sempre no último sábado do mês Ed promove um baile dançante com show de artistas da Jovem Guarda. Nesta sexta-feira (21), o grupo Demônios da Garoa fará show por lá. No passado já se apresentaram Jerry Adriani, Wanderley Cardoso e Wanderléa.

Ele [Roberto Carlos] come carne sim. Adora a Costela do Edão” Ed Carlos, dono do restaurante Ed Carnes
A mulher Vânia, 54 anos, e os filhos Rafael, 26, e Vinícius, 23, se revezam na administração do restaurante. Há quase um mês, o filho mais velho de Ed, que também se chama Ed Carlos, morreu aos 28 anos em um acidente de carro. Roberto ligou para o amigo para prestar suas condolências e mandou uma coroa de flores. “Acho que nunca vou superar essa dor”, disse emocionado. “Roberto disse que sabia como eu estava me sentindo, já que ele também perdeu uma filha, a Ana Paula, que morreu em 2011 aos 45 anos”.

Ed Carlos em seu restaurante
Ed contou também que Roberto sempre vai ao restaurante quando está em São Paulo, mas disfarçado para não chamar a atenção. “Ele come carne sim. Adora a Costela do Edão. O médico disse para ele que era importante continuar consumindo proteína animal”. Outro famoso que também adora a costela é Jô Soares. “Ele manda vir buscar toda semana”.

O nome de batismo de Ed é Oscar Teixeira, mas depois de tanto tempo, ninguém o chama assim. “Escolhi ‘Ed’ porque era o nome americano mais comum na época. Já ‘Carlos’ é em homenagem ao Rei”, revelou. A amizade entre os dois é tanta que Roberto o chama pelo carinhoso apelido de “Biquinho”. Ed, por sua vez, chama Roberto de Zunga. “É a maneira como a mãe dele o chamava”. No passado, os dois costumavam até sair para pescar no interior de São Paulo e também na represa de Guarapiranga. “Mas tem tempo que não vamos”, contou.

Embora a fama de Ed Carlos não tenha resistido aos 50 anos da Bossa Nova tanto quanto resistiu Roberto Carlos, o empresário não tem do que reclamar. “Deixei a carreira artística porque me casei e queria formar uma família. Sou muito feliz com o que conquistei e com as amizades que fiz”.
Fonte: Bol

sábado, 19 de agosto de 2017

Vanusa é internada em SP para tratar dependência química

Vanusa foi internada em uma clínica em São José dos Campos, interior de São Paulo, para tratar seu vício em calmantes. O anúncio foi feito por Rafael Vanucci, filho da cantora, em seu Instagram, nesta segunda-feira (28).

"A cantora Vanusa, minha mãe, encontra-se internada [...] para tratar um transtorno que assola sua vida psíquica, emocional, física e social, causada pela dependência de calmantes que usava para combater uma severa depressão", escreveu.

O empresário também contou que a famosa terá uma longa jornada no centro médico: "[...] Tratamento inicial é de, no mínimo, seis meses". Por causa da internação, todos os compromissos profissionais da veterana, de 69 anos, foram cancelados, sem previsão de serem retomados.